sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Alunos da Escola Dom Bosco em audiência com a Secretária Adjunta de Políticas Educacionais na SEDCU/MT

O motivo da audiência foi o abaixo assinado que os alunos do 7º ano do ensino fundamental entregaram na Secretaria de Educação. Neste vem solicitar a cobertura do quadra poliesportiva da Escola Estadual Dom Bosco. A ideia partiu dos próprios alunos, uma vez que estávamos estudando sob o gênero abaixo assinado e o poder social que o mesmo exerce.
Após a colher assinaturas de pais, alunos, professores e funcionários, os alunos elegeram alguns colegas para os representarem na reunião com o Secretária Adjunta de Políticas Educacionais professora Fátima. Confira as fotos no site: http://www.seduc.mt.gov.br/download_file.php?id=11192
http://www.seduc.mt.gov.br/download_file.php?id=11191
http://www.seduc.mt.gov.br/download_file.php?id=11190
03/12/2010

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Aula de Português vira notícia no site da SEDUC/MT


Escola realiza Juri simulado para repassar conhecimentos linguísticos


Estudantes do sétimo ano da Escola Estadual Dom Bosco, em Várzea Grande, exercitam conhecimentos linguísticos ao promoverem um júri simulado. O exercício praticado durante a aula de Língua Portuguesa, acabou por envolver professores de diferentes disciplinas. O objetivo foi tornar o conteúdo ainda mais atrativo e despertar os estudantes para estratégias argumentativas.
A discussão em torno do caso do ex-jogador de Futebol, do Flamengo, Bruno, foi aplicada como fomentadora do trabalho. Após pesquisa na internet e a elaboração de diferentes argumentos para o caso, o júri foi formado. Contou com a participação dos estudantes nos papéis de advogado de acusação, advogado de defesa, juiz, testemunhas de defesa, testemunhas de acusação, réus, jurados e escrivão.
“A atividade proporcionou aos alunos a discussão e a aplicação dos conhecimentos linguísticos e contextualizado de situações que exige o uso da argumentação para se sobressair”, argumenta a professora Erika Meirelles.
O trabalho foi elaborado com a ajuda dos estudantes e professores. A escolha do tema a ser discutido foi escolhida em votação e o desenvolvimento dos argumentos foi assessorado por professores. “Todo material foi elaborado, produzido, coletado e sistematizado pelos próprios alunos”, garante a professora Erika.
Durante a elaboração do trabalho os alunos realizaram a construção de vários gêneros de discurso, como laudo de exame de necropsia, teses de acusação e defesa, biografia dos réus. A professora destaca ainda que a situação-problema obrigou os alunos a trabalharem também a ética. “A imparcialidade em relação aos resultados do júri - sem discussão entre as turmas de defesa e acusação - e a construção da argumentação dos advogados, forçaram a isso”, acredita.
A professora conta que proposta ganhou aprovação geral e está sendo programado um novo Juri simulado para o próximo ano.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

JÚRI SIMULADO - CASO: BRUNO

Através da mídia, os brasileiros têm acompanhado o caso Bruno. Goleiro do Flamengo, Bruno Souza foi indiciado com mais seis pessoas, entre elas a ex- mulher Daiane de Souza, pela desaparecimento, cácere privado e sequestro da ex-namorada Elisa Samudio.
Por ser o caso mais repercutido na mídia nos últimos dias, os alunos do 7º ano da Escola Estadual Dom Bosco e a professora de Língua Portuguesa Erika Meirelles aproveitaram essa repercussão para realizar o Júri Simulado com o objetivo de reconhecer no discurso estratégias argumentativas empregadas para o convencimento do público.
7º C



domingo, 12 de setembro de 2010

O projeto Abrindo as Cortinas foi notícia no site da SEDUC/MT

Teatro é usado como ferramenta de aprendizagem em Várzea Grande

Comunidade escolar aprovou metodologia de ensinoPor meio de oficinas teatrais, os alunos da Escola Estadual “Dom Bosco”, em Várzea Grande, aprendem sobre saúde e meio ambiente, dentre outros temas atuais e extremamente importantes. O projeto ‘Abrindo as Cortinas’ possibilitou, em setembro, que os alunos do 6º ano, da unidade, produzissem uma peça intitulada “Não Adote o Aedes Aegypti". A produção foi apresentada para a comunidade escolar, que aprovou a iniciativa e a metodologia empregada para a disseminação do conhecimento.
O projeto tem como objetivo principal desenvolver e estimular a produção de gênero teatro, aumentando a concentração, definindo a expressão oral e corporal e oportunizando à criança a construção de seu conhecimento, progressivamente, por meio da representação cênica.
A metodologia utilizada neste projeto contempla uma ação educativa que visa garantir ao aluno a compreensão da diversidade da produção artística e da interação comunicativa.
Alunos interagem com as apresentações teatrais A atividade, levando em conta o prazer lúdico como gerador do processo de produção, possibilita a discussão de temas como o desmatamento, a baixa umidade do ar, queimadas e doenças. Além do teatro com fantoche, os alunos também trabalham com outras modalidades, como o ‘dedoche’, teatro de rua, teatro de máscaras e teatro musical.
O trabalho é interdisciplinar, contemplando as áreas de Linguagem e Humanas. De acordo com a professora Erika Silva Alencar Meirelles, a participação e o envolvimento dos alunos é efetiva. Ela explica que todos querem produzir e, principalmente, representar. "Já descobrimos grandes talentos durante a oficina de teatro", comenta a professora de Língua Portuguesa.
Outro fator muito importante, comenta a professora Cristina Soares, que ministra aulas de História, é o fato de que as crianças aprendem sobre os perigos da dengue e aos detalhes necessários para a não propagação da doença.

Assessoria/Seduc-MT

terça-feira, 6 de julho de 2010

Relação de livros realcionados com ensino de Gêneros

Olá pessoal,

Estou postando uma relação de livros sugeridos Comunidade Escrevendo o Futuro - Olimpíads de Língua PortuguesaVirtual no curso que fiz on-line sobre gênero Memórias.

1. BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: ____. Estética da criação verbal - 1953/79. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
Mikhail Bakhtin (1895-1975), filósofo da linguagem russo, vem influenciando o pensamento científico em diferentes áreas do conhecimento. Este capítulo de Estética da criação verbal tem apenas sete páginas e muitas idéias! É dele que foi extraída a proposta de trabalhar com gêneros de discurso no ensino de língua. A princípio, quando se lê pela primeira vez, parece simples. A profundidade do texto, porém, é muito grande. É daqueles textos que se podem ler muitas vezes e sempre aprender coisas novas sobre os conhecimentos que lá estão. O trecho onde Bakhtin dá o conceito de gênero está no início do capítulo: "Qualquer enunciado considerado isoladamente é, claro, individual, mas cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, sendo isso que denominamos gêneros do discurso." (p. 279) Nesse trecho, ele diz que ao mesmo tempo em que cada enunciação (ou expressão verbal, oral ou escrita) é única, ela conserva traços mais permanentes, mais estáveis, que indicam a área de produção de conhecimento na qual a expressão verbal ou enunciação ocorre. É a partir dessa idéia de "tipos relativamente estáveis" que podemos utilizar as situações de produção dos gêneros para compreendê-los melhor. Não é uma grande contribuição? Mesmo sem ter intenção de ensinar língua, a contribuição foi tanta que dela saíram muitos dos livros indicados a seguir.





2. BENJAMIN, W. Obras escolhidas Vol. 2 – Rua de mão única. São Paulo: Brasiliense 2004.
O livro de Benjamin, entre outros temas filosóficos de relevância, trata da arte do narrador, em belíssimo texto.







3. BOSI, E. Velhos amigos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
Neste livro dirigido a crianças e jovens, Ecléa Bosi traz memórias de velhos operários, imigrantes e outros personagens anônimos da vida brasileira, com uma abordagem literária. A autora nos ensina que não devemos perder a oportunidade de conversar com idosos, pois com certeza eles têm muito a nos contar.



4 . GERALDI, J.W. Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
Wanderlei Geraldi, professor na Unicamp, foi um dos pioneiros na reflexão sobre as mudanças necessárias para a melhoria do ensino de língua. Neste livro muito atual (embora tenha sido publicado há mais de dez anos pela primeira vez), Geraldi reflete
sobre língua e linguagem em suas dimensões social, política e histórica. Vale a pena ler. Endereço da imagem de capa.



5. KLEIMAN, A.B. Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 1999.
Ângela Kleiman é professora na Unicamp e uma das mais importantes estudiosas do ensino de língua no Brasil. A autora, partindo do princípio de que a escola não é a única instância onde os sujeitos se apropriam do mundo da escrita, reuniu nessa obra vários artigos representativos do pensamento de lingüistas preocupados em refletir sobre letramento no início dos anos 1990. Vale a pena ler.

6. MARCUSCHI, L.A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, Ângela Paiva et al. Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
Luiz Antonio Marcuschi é doutor em Filosofia da Linguagem e professor na Universidade Federal de Pernambuco. Muito interessante, seu artigo trata de gêneros textuais como práticas sócio-históricas. É o primeiro capítulo do livro Gêneros textuais e ensino, que contém outros catorze artigos voltados para esse assunto.

7. SCHNEUWLY, B., DOLZ, J. & colaboradores. Gêneros orais e escritos na escola. Trad. e org. de Roxane Rojo e Glais Sales Cordeiro. Campinas: Mercado de Letras, 2004.
Os autores da maior parte dos artigos deste livro, Dolz e Schneuwly, são professores pesquisadores na Universidade de Genebra, Suíça. Na resenha publicada pela Editora, as organizadoras e tradutoras dos artigos de Schneuwly e Dolz demonstram como esse autores inspiraram muitas das orientações e dos referenciais novos que os PCNs puseram em circulação nas escolas e nos programas de formação de professores, ao mesmo tempo em que geraram inúmeras dúvidas quanto a como pensar o ensino dos gêneros escritos e orais e como encaminhá-lo de maneira satisfatória. Entre os artigos nele reunidos, é especialmente interessante o primeiro, de autoria de Schneuwly, no qual ele utiliza o conceito de gênero de discurso de Bakhtin acima citado para fundamentar sua teoria de gêneros de discurso como instrumentos ótimos para o ensino e a aprendizagem de língua.


8. SOARES, Magda Becker. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica/CEALE, 1998.
A autora, uma das maiores especialistas brasileiras em ensino de língua, é licenciada em Letras, doutora em Educação e professora na Universidade Federal de Minas Gerais. Segundo a resenha da Editora Autêntica, a obra, embora esteja centrada numa única temática, assume, a cada diferente situação de comunicação (diferentes interlocutores, modos de circulação, gêneros e modos de dizer), um novo ponto de vista, uma nova posição a partir da qual o tema do letramento pode ser visto, analisado, (re)significado. Este não dá para não ler!


9. ROJO, R.H.R. (Org.). A prática de linguagem em sala de aula: praticando os PCNs. São Paulo, Campinas: EDUC, Mercado de Letras, 2000.
Roxane Rojo é doutora em Lingüística e pesquisadora associada na Universidade de Genebra. É uma das responsáveis pela introdução, no Brasil, dos estudos sobre ensino de língua na perspectiva dos gêneros textuais. Segundo a resenha da Editora, este livro é especialmente dedicado a professores e a multiplicadores e formadores de professores em serviço, e aborda questões relativas ao que é necessário compreender/fazer para transformar os PCNs em prática de sala de aula, no que diz respeito à organização de programas de ensino e à preparação e uso de materiais didáticos e de procedimentos de sala de aula.








10. THOMPSON, P. A voz do passado, história oral. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
Este livro

é um clássico da história oral. Fala da importância das memórias e ensina a fazer entrevistas para obter bons depoimentos. Sua leitura contribui muito para o desen
volvimento de bons trabalhos com memórias.



11. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros curriculares nacionais em ação de 1ª a 4ª, 5ª a 8ª séries e Ensino Médio. [on-line]
Como se sabe, os PCNs são o documento orientador oficial do Ministério da Educação para o ensino de língua. Eles contêm propostas fundamentadas em pesquisas nacionais e internacionais, cuja eficácia está comprovada por experimentos em sala de aula.
fonte: http://escrevendo.cenpe.org.ler ( curso on-line Memórias-junho/julho-2010) 06/07/2010 11h38

sábado, 26 de junho de 2010

Pensando no papel do professor como mediador entre o conhecimento sobre um gênero textual


1) Pensando no papel do professor como mediador entre o conhecimento sobre um gênero textual e o aluno que aprende, marque as alternativas corretas.
a) Ao assumir o papel de mediador, o professor não pode esquecer seu papel de avaliador: é quando sabe o quanto seus alunos sabem que ele pode contribuir para levar o aluno a dominar novas aprendizagens.
b) A mediação do professor, no caso da aprendizagem da escrita, vai depender de quanto os alunos sabem. Se eles estiverem muito aquém do esperado, pouco adiantará sua intervenção.
c) Ao interagir com a classe, na elaboração do texto coletivo, o papel do professor deve ser o de negociador. Caso essa posição não seja assumida, corre-se o risco de ter, mais tarde, uma produção estereotipada de textos.

2) A proposta de elaboração de um texto coletivo supõe que tanto o professor como os colegas atuem na zona proximal do grupo ao longo da interação proporcionada pelo momento. O objetivo dessa atuação é:
a) Estabelecer, ao observar a turma, quais são os alunos que têm o dom da escrita, para que eles ajudem os demais. Dar a liderança do trabalho para esses alunos faz com que a turma aprenda mais e melhor.
b) Estabelecer negociações nas quais os alunos possam trocar conhecimentos. Afinal, o processo de escrita envolve muitas capacidades, e como as turmas são naturalmente heterogêneas, todos têm algo a ensinar e a aprender.
c) Estabelecer um espaço democrático de convivência, onde todos têm o controle da situação e o professor é apenas o orientador do trabalho, intervindo o mínimo possível na construção do texto coletivo.

3) Nesta questão, assinale F (Falso) ou V (Verdadeiro).
Questões V/F
a) Como o momento da produção coletiva é de interação entre todos, a organização da classe pode ficar em segundo plano. F
b) A organização da produção de um texto coletivo no gênero Memórias deve remeter os alunos à situação de comunicação própria desse gênero.V
c) Ao escrever um texto de Memórias Literárias, o aluno tem a liberdade de usar expressões da linguagem oral, já que se trata da transcrição de um depoimento.F

2) Nesta questão, assinale a correta:
a) Ao propor uma tarefa de reescrita, o professor não deve considerar os aspectos gramaticais, secundários para a constituição da autoria do aluno.
b) Ao propor uma tarefa de reescrita, o professor deve orientar o aluno para o aperfeiçoamento do texto, visando à compreensão do leitor.
c) As propostas de escrita coletiva devem ser feitas apenas uma vez, no final da seqüência didática. Se forem feitas mais de uma vez, a escrita do aluno tende a não ter marcas de autoria, a ser padronizada.

Fonte: http://escrevendo.cenpec.org.br/ecf//index.php?option=com_cursos&task=mostra_modulo_ 26/06/2010 10H49

sábado, 19 de junho de 2010

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

REFLEXÃO - SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Na seqüência didática, a proposta de ensino/aprendizagem percorre um caminho: vai do geral para o particular e, em seguida, do particular para o geral.

1) Para refletir sobre esse conceito de ensino/aprendizagem, coloque F (Falso) ou V (Verdadeiro) nas frases abaixo.
Questões V/F

a) No caso do gênero Memórias, “ir do particular para o geral” quer dizer fazer uma produção para diagnóstico, em primeiro lugar, para depois explorar os elementos do gênero. falso
b) No caso de qualquer gênero textual ensinado na escola, “ir do geral para o particular” quer dizer conhecer exemplares do gênero, tomar contato com eles, antes de analisar seus elementos. verdadeiro
c) Ao trabalhar com gêneros textuais na escola, o movimento de “ir do particular para o geral” significa que, depois de analisar os elementos constitutivos do gênero é preciso fazer uma síntese, ou seja, olhá-lo novamente como um todo único.verdadeiro

O professor é o mediador, por excelência, entre os conhecimentos já produzidos pela humanidade e o aluno que aprende. No caso da seqüência didática, em todos os momentos ele exerce esse papel. Na produção do texto coletivo, porém, esse papel é da maior relevância.


2) Responda por que isso acontece, marcando as alternativas corretas.

a) O texto coletivo é o momento da elaboração da síntese coletiva sobre o que foi aprendido sobre o gênero. O professor, detentor de um conhecimento mais amplo, é quem pode auxiliar os alunos a reunir, num texto, o que aprenderam.

b) No momento da produção do texto coletivo, a classe precisa estar organizada e atenta, sem o que a aprendizagem não acontece. Nesses momentos, é também papel do mediador exercer um firme domínio sobre a classe, para que as etapas da produção do texto sejam compreendidas por todos.

c) O papel de mediador, no caso dos gêneros textuais em sala de aula, pode ser exercido pelo professor, mas o ambiente da sala (murais, livros disponíveis, computador para pesquisas) é o fator mais importante para a aprendizagem.

fonte: http://escrevendo.cenpec.org.br/ecf//index.php?option=com_cursos&task=mostra_modulo_aluno&id_turma=282&id=10